NAS ENTRELINHAS                                 


EM DEBATE

de Memélia Moreira

Segunda-feira, Abril 26, 2004

FALTA DE QUÓRUM ATRAZA TRABALHOS NO CONGRESSO

Mário Lima Filho


Há exatamente dois meses foram reiniciados os trabalhos do Congresso Nacional, referentes à 52ª Legislatura. Isso, sem contar com a Sessão Legislativa Extraordinária que ocorreu entre 19 de janeiro e 13 de fevereiro de 2004. Nesse período, denominado de convocação extraordinária, os senhores parlamentares receberam quantias, se comparadas com a renda da maioria dos brasileiros, exorbitantes, para apreciar 82 matérias, em um total de 30 Sessões, entre deliberativas, não deliberativas e Sessões extraordinárias deliberativas.
Em estatística apresentada pela Secretaria-Geral da Mesa da Câmara dos Deputados, foram aprovadas dez Medidas provisórias, quatro Projetos de Lei, um Projeto de Resolução e sete Projetos de Decreto Legislativo.
Da convocação até os dias atuais, o Congresso anda a passos lentos. Nada do que foi previsto quando da abertura dos Trabalhos foi realmente cumprido, com exceção de algumas reformas, que foram votadas e parcialmente aprovadas, como por exemplo a Reforma da Previdência, que ainda aguarda o resultado final.
Se forem contabilizados os dias que deputados e senadores apreciaram, votaram e aprovaram alguma matéria, desde o início dessa Legislatura, veremos que nessas 29 Sessões Deliberativas, pouquíssima coisa foi finalizada.
Além de toda essa morosidade, somam-se os desafetos dos partidos da base aliada, que querem uma fatia do grande bolo que envolve o Executivo. São cargos e mais cargos pleiteados, que se não forem atendidos, emperram o andamento dos trabalhos nas duas Casas.
Em discurso de abertura dos Trabalhos, o presidente da Câmara, deputado João Paulo Cunha destacou que, mesmo sendo um ano de eleições municipais, a Câmara terá uma pauta extensa e se preocupará em aprovar projetos que diminuam o desemprego e a violência. Por enquanto nada disso foi trabalhado. Em pesquisa recente foi provado que o índice de desemprego e violência aumentou. Tanto é que, nos últimos dias, só na cidade do Rio de Janeiro, o confronto entre policiais e traficantes mataram inúmeros civis.
Como se não bastasse, tem a velha polêmica das Medidas Provisórias, um dos males que perturba o juizo dos Presidentes da Câmara e do Senado. Essas medidas obstruem a pauta de votações e atrasam ainda mais o processo.
O presidente João Paulo fez um esforço concentrado para liberar a pauta e convocou extraordinariamefnte os deputados para trabalharem segunda e terça-feira, dias que antecederam ao feriado de Tiradentes. Para tanto, ameaçou os parlamentares com cortes nos salários dos faltosos, que chegará a R$ 17.720, caso não sejam apresentadas justificativas até o dia 10 de maio. Mas isso não deu resultado. O Plenário continuou praticamente vazio. Na segunda-feira (19), 257 faltaram e, na terça (20). Por conta disso, as votações não aconteceram e a pauta permaneceu trancada por oito MPs e um Projeto de Lei.
Quando a pauta é desbloqueada pelas MPS, vencem os prazos de votação de outras medidas provisórias, que voltam a paralisar a pauta. Essa situação tende a piorar, uma vez que este é um ano eleitoral e boa parte dos deputados e senadores iniciam articulações para eleições municipais.

Terça-feira, Abril 20, 2004

Os desconfortos do presidente Lula
Mário Lima Filho

Já não bastasse a crise interna do PT e o escândalo “Waldomiro Diniz”, o Governo enfrenta, agora, o desligamento dos partidos que compõem o bloco de apoio a sua base. O mais recente a se rebelar foi o PL, partido do vice-presidente da República José Alencar. O líder do partido, senador Magno Malta (ES) entregou à Mesa Diretora do Senado o pedido oficial. Além do líder, deixam o bloco os senadores Aelton de Freitas (PL/MG), suplente do vice-presidente José Alencar, e Marcelo Crivela (RJ). Com o afastamento dos três parlamentares, o PMDB fica composto por 22 senadores, o que o torna o maior partido da Casa.
Com a decisão de se afastar do bloco, o PL se junta ao PPS e ao PMDB
Depois de toda essa movimentação do PL, o presidente da sigla, deputado Valdemar Costa Neto (SP), voltou a pedir a demissão do presidente do Banco Central, Henrique Meireles.
Para o deputado, vários fatores mostram que Henrique Meireles não deveria ocupar o cargo no governo, alegando que além de o presidente do Banco Central não ter votado no Lula ele é um banqueiro e por isso não poderia exercer o cargo de presidente do BC.
Com toda essa insatisfação dos partidos, o presidente Lula tenta apaziguar a situação atendendo a velhos pedidos formulados pelos líderes partidários, para tanto, em um jantar com parlamentares da base aliada, o presidente prometeu corrigir as divergências e aprimorar o relacionamento com o PMDB, que teve como porta-voz o senador Renan Calheiros.
Calheiros se mostrou contente com o resultado das negociações tratadas com o presidente, segundo ele, foi a melhor das conversas mantidas com o chefe do Executivo.
Ainda de acordo com Calheiros, Lula prometeu abrir mais o leque ao PMDB, recebendo os parlamentares e envolvendo mais o partido nas decisões do governo. Lula também prometeu intervir no impasse sobre a nomeação de cargos de confiança nas duas pastas chefiadas pelo PMDB. O Ministro Amir Lando (Previdência) e Eunício Oliveira (Comunicações) reclamam de obstáculos para indicar funcionários nas pastas que comandam.
No jantar de “confraternização” estavam presentes o presidente do Senado, José Sarney (PMDB/AP), que pretende permanecer no cargo, o presidente nacional do PMDB, deputado e ex-presidente da Câmara, Michel Temer (SP), o líder da sigla na Câmara, José Borba (PR), os líderes do governo na Câmara e no Senado, deputado Professor Luizinho (PT/SP), o senador Aloízio Mercadante (PT/SP), e os ministros Eunício Oliveira, José Dirceu (Casa Civil) e Aldo Rebelo (Coordenação Política).
Já no universo da Câmara, os partidos resolveram bloquear as votações das MP`s, obstruindo sessões. Há cerca de dez dias O PP está em rebelião e os seus componentes são orientados a não registrar presença para não dar quórum no Plenário. O partido reivindica pressa ao governo na nomeação de integrantes do partido para cargos em empresas estatais. O principal pleito do PP é a Diretoria de Abastecimento da Petrobrás.
Por sua vez, o PTB se junta ao PP e exige a nomeação imediata dos seus indicados.
Um outro fator que está deixando o Presidente Lula desorientado é o aumento do salário mínimo. O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros se juntou ao vice-presidente do Senado, Pedro Paim (PT/RS) e defende o aumento do salário para US$100, o que equivaleria em real, mais ou menos, R$ 280, mas lula deixou claro que o aumento será de acordo com a inflação do período, estimada em 7%. O PMDB quer ainda que o novo valor do mínimo seja pago retroativamente ao mês de abril, e não a partir de 1º de maio.
O senador Paulo Paim, que também participou da reunião com o presidente, mostrou a Lula, ao ministro da Fazenda, Antonio Palocci, e aos demais participantes do encontro que no valor de hoje, R$ 240, o mínimo não suporta as despesas de uma família de dois adultos e duas crianças. Pelos seus cálculos sobram apenas R$ 17 para alimentação.

Terça-feira, Abril 13, 2004

REDUÇÃO DO NÚMERO DE VEREADORES

Mário Lima Filho

O Recurso Extraordinário (RE197917) apresentado ao Supremo Tribunal Federal pelo Ministério Público de São Paulo, contra o Município de Mira Estrela teve voto favorável do seu relator, Ministro Maurício Correia. De acordo com a decisão, o município terá que se adequar aos parâmetros fixados pelo Supremo, que é a de um vereador para cada 47.619 habitantes.
Como Mira Estrela tem menos de três mil habitantes, o município se enquadra no mínimo constitucional de nove vereadores.
Inicialmente, a decisão do Supremo atinge apenas o município de Mira Estrela, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aguarda a publicação do acórdão do julgamento do Supremo para dar orientação a todos os municípios brasileiros.
Atualmente, A Constituição Federal, em seu artigo 29, estabelece que o número de vereadores será proporcional à população do município, observados os limites de 9 a 21 vereadores nos municípios de até um milhão, de habitantes; 33 a 41 vereadores até cinco milhões de habitantes; 42 a 55 nos municípios de mais de cinco milhões de habitantes.
No Congresso Nacional foram apresentadas várias Propostas de Emendas Constitucionais (PEC´s) que alteram o artigo 29, mas, apenas três continuam tramitando. São elas: 353/01, do deputado Augusto Nardes (PPB/RS), que prevê um número ímpar de vereadores, proporcional à população do município, com um mínimo de 9, nos municípios com até 10 mil habitantes, e um máximo de 49, naqueles com mais de 4,5 milhões de habitantes; a PEC 452,01, do deputado Pompeo de Matos (PDT/RS), confere às leis orgânicas municipais a competência para a fixação do número de vereadores, observados os limites constitucionais.
A proposta não trata dos números de vereadores e argumenta que a transferência da competência para as leis orgânicas obedece à Emenda Constitucional 25, que estabeleceu como critério fundamental para se fixar o número de cadeiras nos legislativos o parâmetro financeiro, e, por último, temos a PEC 71/03, cuja admissibilidade foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, de autoria do deputado Ivan Ranzolin (PP/SC) , que estabelece 19 faixas de eleitorado para definir o número de vereadores nos municípios.
O presidente da comissão que analisa as três propostas, deputado Jairo Carneiro, disse que a redução do número de cadeiras de vereadores, ressalvados eventuais excessos ou distorções “é um golpe contra a democracia, no momento em que elimina as possibilidades e oportunidades dos pequenos partidos. “ Adiantou ainda, que o próximo passo será discutir uma proposta única ”que venha a refletir uma medida de justiça, equilíbrio e bom senso”.
O relator da comissão especial, deputado Jefferson Campos (PMDB/SP) informou durante audiência pública realizada na última terça-feira (6) que está correndo contra o tempo para entregar uma proposta consensual e, para agilizar ainda mais o processo foi feito um acordo para a não apresentação de emendas ao texto. Para ele, há realmente excesso no número de vereadores em alguns municípios, mas a decisão do TSE penaliza os partidos pequenos.
O Presidente da União de Vereadores do Brasil, Luiz Fernando Alves de Godoy fez um apelo ao Congresso Nacional para que que se oponha à questão e evite a “interferência” do STF e do Ministério Público no processo eleitoral. “O Legislativo é autônomo”, ressaltou.
A decisão do TSE já valerá para as eleições municipais deste ano. Para alguns prefeitos tal decisão ajudará bastante, uma vez que diminuirá o número de processos impetrados por vereadores sobre denúncias infundadas de possíveis casos de irregularidades do Executivo.
Isso para alguns, porque o que demonstra a realidade é a cassação de vários prefeitos acusados de desvio de verbas do FUNDEF e do FPM, principalmente.
Veja, abaixo, a tabela constante do voto relator do RE, ministro Maurício Corrêa, com base na interpretação dada pelo STF ao artigo 29 da Constituição Federal:
NÚMERO DE HABITANTES DO MUNICÍPIO NÚMERO DE VEREADORES
............ até 47.619 09 (nove)
de 47.620 até 95.238 10 (dez)
de 95.239 até 142.857 11 (onze)
de 142.858 até 190.476 12 (doze)
de 190.477 até 238.095 13 (treze)
de 238.096 até 285.714 14 (catorze
de 285.715 até 333.333 15 (quinze)
de 333.334 até 380.952 16 (dezesseis)
de 380.953 até 428.571 17 (dezessete)
de 428.572 até 476.190 18 (dezoito)
de 476.191 até 523.809 19 (dezenove)
de 523.810 até 571.428 20 (vinte)
de 571.429 até 1.000.000 21 (vinte e um)
de 1.000.001 até 1.121.952 33 (trinta e três)
de 1.121.953 até 1.243.903 34 (trinta e quatro)
de 1.243.904 até 1.365.854 35 (trinta e cinco)
de 1.365.855 até 1.487.805 36 (trinta e seis)
de 1.487.806 até 1.609.756 37 (trinta e sete)
de 1.609.757 até 1.731.707 38 (trinta e oito)
de 1.731.708 até 1.853.658 39 (trinta e nove)
de 1.853.659 até 1.975.609 40 (quarenta)
de 1.975.610 até 4.999.999 41 (quarenta e um)
de 5.000.000 até 5.119.047 42 (quarenta e dois)
de 5.119.048 até 5.238.094 43 (quarenta e três)
de 5.238.095 até 5.357.141 44 (quarenta e quatro)
de 5.357.142 até 5.476.188 45 (quarenta e cinco)
de 5.476.189 até 5.595.235 46 (quarenta e seis)
de 5.595.236 até 5.714.282 47 (quarenta e sete)
de 5.714.283 até 5.833.329 48 (quarenta e oito)
de 5.833.330 até 5.952.376 49 (quarenta e nove)
de 5.952.377 até 6.071.423 50 (cinqüenta)
de 6.071.424 até 6.190.470 51 (cinqüenta e um)
de 6.190.471 até 6.309.517 52 (cinqüenta e dois)
de 6.309.518 até 6.428.564 53 (cinqüenta e três)
de 6.428.565 até 6.547.611 54 (cinqüenta e quatro)
Acima de............6.547.612 55 (cinqüenta e cinco)
#SI/RP//RP

Terça-feira, Abril 06, 2004

MAIS CORRUPÇÃO
(Continuação da matéria anterior)

Mário Lima Filho

Em matéria publicada na revista “Veja”, edição 1.847, intitulada “Bando de Gatunos”, são listados os dez maiores corruptos dos últimos vinte anos. Pasmem, caríssimos leitores, não foi citado um brasileiro sequer, o que leva a crer que, os cofres públicos e/ou outras organizações não são tão pirateadas como pensávamos.
Para variar, somente os países pobres são detentores da façanha corrupta. Listarei alguns nomes conhecidos que estão entre os dez mais malfeitores:
Encabeçando a lista está o Presidente Suharto, que por trinta anos comandou a ditadura da Indonésia e durante esse período conseguiu desviar, nada mais, nada menos, que 35 bilhões de dólares; em quinto lugar está o presidente Slobodan Milosevic, que presidiu a Iugoslávia entre 1989/2000 e abocanhou a quantia de 1 bilhão; o nosso vizinho Peru teve listado como contraventor o presidente Alberto Fujimori, que dominou o país por dez anos e é acusado de desviar 600 milhões.
Como não é surpresa, nenhum dos três aqui citados sofreu qualquer punição. Suharto alega está com a saúde debilitada e conseguiu seu alvará de soltura; Milosevic aguarda julgamento por corrupção e pelas atrocidades cometidas durante sua governabilidade, e Alberto Fujimori refugiou-se no Japão.
Talvez nenhum brasileiro fora listado, porque não conseguiram quantificar o somatório das roubalheira.

Entretanto, o Instituto Solidarista publicou por meio do site www.consciência.net /brasil, algumas maracutais cometidas no Brasil na era Collor de Mello, passando por FHC, e o mais recente caso Waldomiro Diniz.

COLLOR DE MELLO 1990/1992)– no seu primeiro dia de governo fora lançado o programa de estabilização chamado Plano Collor, baseado em um enorme confisco monetário, congelamento temporário de preços e salários e reformulação dos índices de correção monetária, O “caçador de marajás” enxuga a máquina estatal, com a demissão em massa de funcionários públicos e a extinção de autarquias, fundações e empresas públicas.
Em 1991, surgem as dificuldades. A inflação não acabou e aumentou a recessão. Circulam suspeitas, que mais tarde transformaram-se em renúncia, de envolvimento de ministros e altos funcionários em uma grande rede de corrupção. Rosane Collor, então dirigente da LBA, foi acusada de malversação do dinheiro público e de favorecimento ilícito a seus familiares.
Tudo termina com a entrevista do irmão do Presidente, Pedro Collor, à revista “Veja”, do “esquema PC” de tráfico influência e de irregularidades financeiras organizadas pelo empresário Paulo César Farias, amigo de Collor e caixa de sua campanha eleitoral. O Impeachment põe fim a era Collor de Mello. Como vice-presidente Itamar Franco assume o poder.

Em 1994 Fernando Henrique Cardoso é eleito no novo Presidente. Denúncias de que a camapanha de FHC teria sido custeada por um esquema de caixa-dois não foram comprovadas. Pelo menos 5 milhões não foram declarados na prestação de contas ao TSE.
Assim que assumiu a presidência da república, em 1995, Fernando Henrique decretou a extinção da Comissão Especial de Investigação, composta por representantes da sociedade civil, com o objetivo de combater a corrupção. Em 2001, FHC em uma operação inteligente, criou a Contraladoria-Geral da União, que apagou o fogo de ameaça da criação de uma CPI da corrupção.
Em 1995 é quebrado o monopólio estatal do petróleo, instituído há 42 anos; 1997 o instituto da reeleição foi comprado por FHC. Dois deputados do estado do Acre foram expulsos dos seus partidos por receberem R$ 200 mil para votarem a favor do projeto da reeleição.
1998 chega a vez do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce serem privatizadas sob suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de FHC e José Serra, não conseguiu se defender das acusações de pedir propinas para beneficiar grupos interessados na programa da privatização.
Em 2001 Fernando Henrique fechou três acordos com o FMI. Nesses acordos foram transferidas parte da administração pública federal e o resultado foi o arrocho salarial, a contenção dos investimentos públicos, o sucateamento da educação e saúde, a crise social e a explosão da criminalidade.
Foram tantas as marcas da corrupção que, se eu fosse mencionar extrapolaria o espaço cedido por esse informativo. Mas, demarcarei aqui os atos sem, contudo, explicá-los.
1995. O inesquecível Proer; 1996. Engavetamento da Cpi dos Bancos, Modificação na lei de Patentes; 1998. Grampos instalados no BNDES; 1999. O caso Marka/FonteCindam; 2000. O fiasco da festa dos 500 anos, mudanças na CLT e a explosão da dívida pública; 2001. O acordo da Base de Alcântara, no Maranhão, o Racionamento de Energia, explosão da violência.
Segundo o Human Development Report 2001 (ONU), Em desenvolvimento humano o Brasil ficou na 69ª posição.
Então, senhores leitores, fiquemos atentos e ocupemos nossos postos de vigias que nos é dado por lei e por nós mesmos.